Jornal Tribuna Sisaleira

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Populares se revoltam com a falta de médico no Hospital Português

Populares se revoltam com a falta de médico no Hospital Português. O Hospital Português – Unidade Regional de Conceição do Coité é o único que atende a população nas urgências e emergências diuturnamente, entretanto nesta terça-feira, 22, a unidade de saúde ficou sem médico plantonista durante o turno matutino e todos os pacientes que chegavam recebiam a informação que estava sem médico.Revoltados, alguns acompanhantes começaram a protestar cobrando a presença de médico.

O Calila Noticias foi informado do caso e se dirigiu ao hospital e ao chegar por volta das 12h30 viu o porteiro colando cartazes na porta principal avisando que não tinha médico e em seguida bateu o cadeado, segundo ele atendendo uma determinação da direção.” Estamos fechando, mas a direção continua tentando contato com os médicos”, informou o porteiro. Ao CN funcionários informaram que o médico que deveria assumir não compareceu e então começou uma mobilização na tentativa de encontrar um substituto, tendo inclusive acionado o prefeito Assis, mas não estava encontrando médico para ocupar o espaço vago.
Os cartazes não ficaram mais que 10 minutos, assim como o cadeado fechado, pois, chegou o médico para atender os pacientes antes das 13h e tudo foi normalizado.
Antes nossa reportagem conversou com Domingos Bispo dos Santos, morador do Conjunto Habitacional Cidade Jardim disse que chegou ao hospital por volta das 06h30 com a filha Adrielle Oliveira, desmaida.”Mandaram passar pela triagem e deixar aguardando que o médico ia atender, quando quase uma hora da tarde veio o aviso que não tem médico. Agora tou levando minha filha pra casa com dor de cabeça vendo a hora de dar uma crise de novo”, lamentou Domingos principalmente pelo fato de ser o único hospital apto ao atendimento geral. Ele estava ainda na frente do hospital quando foi reaberto. Não tivemos informações se foi chamado.
Rosângela mostrou-se preocupada com o estado de saúde de sua mãe que mora em São Paulo e está a passeio | Foto: Raimundo Mascarenhas
Rosângela dos Santos moradora do Bairro Abdon Rufino levou a mãe dela a senhora Vanderlea por volta das 11h, segundo ela com pressão e diabetes altas e queixando-se de dores no peito, e foi informada que não tinha médico, e que a medica que cumpriu o plantão teria saído um pouco mais tarde, ciente que o que lhe substituiria teria mandado um atestado informado que não podia comparecer.
Ela disse que a única alternativa foi marcar uma consulta em uma clinica particular para evitar que estado de saúde da mãe dela piorasse.
O assunto ganhou repercussão nas redes sociais.