VEREADORA EDNEIDE DO PT DIZ NA TRIBUNA DA CÂMARA. “TEM FAMÍLIAS EM ARACI QUE ESTÃO COMENDO APENAS UMA VEZ POR DIA”.

 

A vereadora Edneide do PT de Araci disse na tribuna da câmara de vereadores nesta terça feira dia 14 que "Em Araci tem famílias passando fome e que muitas delas só tem uma e não tem três refeições por dia".

Araci tem ficado cada vez mais pobre e sua população miserável onde possui 51,95% de pessoas vivendo em extrema pobreza.

A Vereadora Edneide Pereira do PT de Araci trouxe a plenária da Câmara três assuntos de interesses da população. Inicialmente reclamou da saúde municipal que não está atendendo as mulheres como deveria.

"Estamos no mês de Março, Mês da Mulher. Esta semana fui a uma visita a uma senhor de 61 anos que estava na fila esperando a ultrassom pela prefeitura e não foi atendida. Ela foi diagnosticada com nódulo no seios".

A Vereadora falou ainda sobre a fome na cidade de Araci que a assistência social não detêm de propostas, programas e nem políticas pública para o combate a fome.

"“TEM FAMÍLIAS EM ARACI QUE ESTÃO COMENDO APENAS UMA VEZ POR DIA”.

Araci (5.104) está entre os último no Brasil (5.570) de renda per capta. Um dos município mais miseráveis do Brasil

Araci (320) está entre os último na Bahia (417) de renda per capta. Tem 319 municípios melhores que Araci em Renda na Bahia.


Veja matérias já publicadas sobre o assunto.

DADOS OFICIAIS APONTAM QUE ARACI (RASO) FICOU MAIS POBRE (51,95%) NOS ÚLTIMOS ANOS.

Araci (conhecido também por Raso) tem ficado cada vez mais pobre e sua população miserável onde possui 51,95% de pessoas vivendo em extrema pobreza.

"O que é família? É deixar o outro pobre e uns ficar ricos é deixar a maioria dos seus aliados desempregados, veja o mapa da pobreza onde apenas 6,2% da população tem uma renda formal, leia e vejam o tamanho da miséria que esta família 12 deixou Araci!". Disse o Pedetista Estevão nas redes sociais onde ele pede que o araciense faça uma reflexão desses dados e informações e mudem a forma de escolher seus governantes.

Araci (5.104) está entre os último no Brasil (5.570) de renda per capta. Um dos município mais miseráveis do Brasil

Araci (320) está entre os último na Bahia (417) de renda per capta. Tem 319 municípios melhores que Araci em Renda na Bahia.

Não há por parte do poder público, Prefeit@s, Vice Prefeit@s e Secretárias nenhuma iniciativa de politicas pública afirmativa para melhorar esta situação. Apenas recursos externo federal e estadual tem sido investido em Araci, más em número insignificante que não alterar, não dão resultado e não melhora a vida da população em crescimento econômico, emprego e renda e combate a pobreza. A Exemplo a secretaria municipal de AÇÃO SOCIAL de Araci que não demonstra ações nem projetos nem iniciativas que de fato resolva os 51,95% de pessoas vivendo em extrema pobreza em Araci.

Araci teve a gestão de prefeit@s do PDT, Família 12, Silva Neto e Keinha (2013 a 2020) e Keinha e Gilmara (2021 a 2024).

Aracitem uma área de 1.556,14 km², Araci é um dos 417 municípios do estado da Bahia e está localizado na região Nordeste. De acordo com IBGE (2016), sua população total é de 54.913 habitantes e a renda mensal per capita é de R$ 316,60. 

O município registra ainda um total de 84,9% de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade à pobreza e 31,5% em condições de extrema pobreza.

O IDH (IBGE) é de 0,534 demonstrando que o município possui "índice baixo de desenvolvimento humano".

Segundo dados oficiais de 2018 da Secretaria Especial de Desenvolvimentos Social e CNM (Confederação Nacional dos Municípios), Araci possui 51,95% de pessoas vivendo em extrema pobreza, um número assustador e preocupante que precisa ser dado uma atenção especial.


Pessoas em extrema pobreza, de acordo com parâmetro nacional, são aquelas com renda mensal menor que R$ 85,00.
Além desse dado, a série histórica dos anos de 2016 á 2022 mostram que não houve sequer diminuição desses índices, com pequenas mudança positiva apenas no período pandemia de covid com entrada de auxilio emergencial.

https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/araci/panorama

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Metade da população de Araci vive na extrema pobreza ganhando 85,00 reais.

Segundo dados oficiais de 2018 da Secretaria Especial de Desenvolvimentos Social e CNM (Confederação Nacional dos Municípios), Araci possui 51,95% de pessoas vivendo em extrema pobreza, um número assustador e preocupante que precisa ser dado uma atenção especial.
Pessoas em extrema pobreza, de acordo com parâmetro nacional, são aquelas com renda mensal menor que R$ 85,00.
Além desse dado, a série histórica dos anos de 2016, 2017 e 2018 mostram que não houve sequer diminuição desses índices, veja abaixo:
A miséria atinge principalmente estados do Norte e Nordeste do Brasil, em especial a população preta e parda, sem instrução ou com formação fundamental incompleta. Mesmo os filhos dessas famílias que queiram superar a condição de estudos dos pais acabam paralisados pela limitação econômica familiar. A falta de renda acaba empurrando os estudantes desse estrato para a evasão escolar. Entre ir à escola ou trabalhar para evitar que a família passe fome, a segunda opção é a mais óbvia. Segundo o IBGE, 11,8% dos jovens mais pobres abandonaram a escola sem concluir o ensino médio no ano passado. Trata-se de um índice oito vezes maior que o dos jovens ricos.
A pobreza não resulta de uma única causa mas de um conjunto de fatores:
Fatores político-legais: corrupção, inexistência ou mau funcionamento de um sistema democrático.
Fatores econômicos: sistema fiscal inadequado, representando um peso excessivo sobre a economia ou sendo socialmente injusto; a própria pobreza, que prejudica o investimento e o desenvolvimento, economia dependente de um único produto.
Fatores socioculturais: reduzida instrução, exclusão social.
Problemas de Saúde: adição a drogas ou alcoolismo, doenças mentais, deficiências físicas.

ARACI (RASO) DA POBREZA E DA VULNERABILIDADE (84,9%).

Sob gestão do prefeito Silva Neto - PDT e com área de 1.556,14 km², Araci é um dos 417 municípios do estado da Bahia e está localizado na região Nordeste. De acordo com IBGE (2016), sua população total é de 55.637 habitantes e a renda mensal per capita é de R$ 316,60. O município registra ainda um total de 84,9% de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade à pobreza e 31,5% em condições de extrema pobreza.O IDH (IBGE, 2010) é de 0,534 demonstrando que o município possui "índice baixo de desenvolvimento humano".
Conforme último censo escolar (INEP 2017), foram matriculados no ensino fundamental 8.859 alunos a serem atendidos por um total de 528 docentes e 1.065 servidores. O município registrou uma taxa de desistência escolar de 10,9% e a nota média no IDEB foi de 3,6.
Na Bahia, a gestão da educação em 398 municípios – 97% do total – é classificada como ineficiente no ensino fundamental. Por outro lado, apenas 14 (3%) são eficientes em termos de gestão educacional nessa mesma etapa da educação básica. Essas constatações estão no Atlas da Eficiência da Gestão Municipal da Educação, lançado na semana passada em Brasília (DF). Do total de 417 municípios baianos, 412 estão no atlas – apenas 5 não dispõem de informações na publicação. Dos 398 municípios considerados ineficientes, 186 (45%) têm ineficiência moderada; 188 (46%) apresentam ineficiência crítica; e 24 (6%), ineficiência extrema. O Atlas, que conta com o apoio institucional da Universidade de Brasília (UnB), compara a gestão pública entre municípios de um mesmo estado, traduzindo-a em números e permitindo verificar quais são mais ou menos eficientes em diferentes setores. No caso da Educação, são observados critérios como valor investido por aluno, retenção escolar, aprovação e proficiência.

ARACI EM SITUAÇÃO CRÍTICA
Veja  os dados de Araci:
Sob gestão do prefeito Silva Neto - PDT e com área de 1.556,14 km², Araci é um dos 417 municípios do estado da Bahia e está localizado na região Nordeste. De acordo com IBGE (2016), sua população total é de 55.637 habitantes e a renda mensal per capita é de R$ 316,60. O município registra ainda um total de 84,9% de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade à pobreza e 31,5% em condições de extrema pobreza.O IDH (IBGE, 2010) é de 0,534 demonstrando que o município possui "índice baixo de desenvolvimento humano".
Conforme último censo escolar (INEP 2017), foram matriculados no ensino fundamental 8.859 alunos a serem atendidos por um total de 528 docentes e 1.065 servidores. O município registrou uma taxa de desistência escolar de 10,9% e a nota média no IDEB foi de 3,6.

Do total de 412 municípios do estado (com dados disponíveis), Araci ocupa a 268ºposição no ranking de eficiência. A situação é crítica.
A ferramenta tem a intenção de melhorar a gestão do dinheiro público, reduzindo o desperdício e otimizando os serviços do Estado brasileiro. As duas primeiras edições do Atlas, apresentadas no dia 27 de novembro, têm como temas a Educação e os tribunais de Justiça estaduais. Saúde, água e saneamento são outros assuntos a serem apresentados nos próximos meses. Além disso, em breve, serão lançadas publicações sobre os Tribunais Regionais do Trabalho e os Tribunais Regionais Eleitorais. 
Com o lançamento dos primeiros atlas, também estará disponível, online, a plataforma Gestão por Eficiência, uma base de dados robusta que disponibiliza diversas opcões de pesquisa. Desta forma, gestores e a população podem fazer suas próprias buscas em um ambiente que processa as informações e devolve o cálculo individualizado de eficiência. Para viabilizar a pesquisa que resultou na plataforma e no atlas, o professor Alexandre Maduro-Abreu, da Faculdade de Administração, Contabilidade, Economia e Gestão de Políticas Públicas (FACE) da UnB, e o consultor Kayton Fernandes de Ávila, fundaram o Instituto de Inteligência em Gestão e Sustentabilidade (I3GS), sem fins lucrativos. Assim, nasceu o movimento apartidário Por um Brasil mais Eficiente. “O termo eficiência, principalmente em função da crise político-econômica pela qual passa o País, tornou-se protagonista para a gestão pública. Há uma exigência social para que o Estado seja mais eficiente quanto à utilização dos seus recursos. 
Esse fenômeno está permitindo desmistificar a carga ideológica que o termo carrega”, explica Alexandre Maduro-Abreu. Segundo o I3GS, a eficiência é estimada comparando-se os municípios – e os tribunais – a partir dos recursos utilizados e os resultados alcançados. Isso permite identificar as unidades mais eficientes, que se tornam “benchmarks”, indicando os ajustes necessários para que as outras alcancem os valores de referência. Os municípios e tribunais que obtiverem os melhores resultados dentro de um mesmo estado serão chancelados com o selo Selo Efi 10.001, a ser concedido anualmente.”O reconhecimento pelo Selo deve consolidar-se como um importante referencial a ser almejado pelos gestores públicos, destacando-os dos demais em relação à eficiência na gestão. Assim, os Atlas da Eficiência serão excelentes instrumentais para que os gestores priorizem as melhores práticas de gestão”, acredita Alexandre Maduro-Abreu.
Para consultar outros municípios clique no link abaixo:

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