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O ex-ministro da Casa Civil,
José Dirceu, foi condenado mais uma vez no âmbito da Operação Lava Jato. A
sentença do juiz Sergio Moro estabelece o cumprimento de 11 anos e três meses
pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Dirceu recebeu
propinas no valor de R$ 2,1 milhões para favorecer a empresa Apolo Tubulars em
contrato para fornecimento de tubos na Petrobras entre 2008 e 2012, de acordo
com a Veja. Em maio de 2016, o ex-ministro foi condenado a 23 anos e 3 meses
por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa por
participação em esquema de contratos superfaturados da construtora Engevix com
a estatal. Moro apontou que Dirceu recebeu R$ 15 milhões em propinas através da
sua empresa, a JD Consultoria. Somadas, as penas chegam a 34 anos e 6 meses.
Além de Dirceu, outros quatro réus foram condenados, entre eles o irmão do
ex-ministro, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva – por 6 anos e 8 meses pelos
crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Paulo Cesar Peixoto de Castro
Palhares e Carlos Eduardo de Sá Baptista foram absolvidos por falta de provas.
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