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Até 10h50min, horário no qual o corpo deixou o Theatro em cortejo pela cidade, o entorno permanecia apinhado. Afastados da Praça São João, três grupos de “jovens senhores” destoavam da conjuntura. Jogavam cartas, parecendo alheios ao velório e à comoção sobralense. “Ele é o contrário do Renato Aragão. Belchior que é o filho da nossa terra”, opina Marcos Ribeiro, enquanto garante a vitória no baralho. “Ninguém sabe o que achar da morte, menina. Ela apenas vem”, sintetiza Júlio Bomfim, 69 anos. Dentro do Theatro, a movimentação foi intensa durante as quatro horas de permanência do corpo em solo sobralense. O prefeito Ivo Gomes (PDT), o secretário estadual da Cultura, Fabiano Piúba, e autoridades locais compareceram. Reservados, os parentes permaneceram afastados do público. “Hoje o sobrenome Belchior tem um peso maior. Já teve uma época na qual foi comum. Eu até tentei não usar, mas a orelha, o nariz, denunciam. Não tem como fugir disso. É um orgulho”, explica Sílvia Belchior, sobrinha do artista. Na última década, ela conta, os contatos de Belchior com a família foram mínimos. “A gente teve duas ou três ligações da esposa nos momentos festivos de aniversário da minha avó. Mas contato, mesmo, não tivemos”. Sílvia foi uma das companhias de Edna Prometheu, esposa de Belchior, durante a manhã em Sobral. Ajudou nos percursos e saiu no mesmo veículo, após o velório no Theatro ser encerrado. Visivelmente fragilizada, Edna não deu entrevistas. Ao deixar o Theatro, puxou uma cadeira de plástico e conversou por dez minutos com músicos, fãs e amigos de Belchior. Falou sobre os discos, as músicas, as traduções, os planos, os trabalhos. Falou da vida em comum regada a leituras e paixões.
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Cerca de dois criminosos promoveram momentos de terror para alguns alunos de uma Turma de Pedagogia de uma Faculdade localizada às margens da BR 110, em Ribeira do Pombal.
De acordo com informações, o fato aconteceu na noite de quinta-feira, 04, quando uma dupla de criminosos entrou na Instituição pelos fundos, local que é protegido apenas por cercas de arame. Assim que chegaram a uma das salas, os criminosos trancaram todos os presentes, onde anunciaram o assalto.
Sob a mira das armas de fogo, os alunos tiveram os seus respectivos aparelhos celulares subtraídos pelos criminosos, que fugiram logo em seguida, pelo mesmo local por onde chegaram.
Após o crime, funcionários da Faculdade acionaram as autoridades locais. Policiais militares do 2º Pelotão/ Ribeira do Pombal e da CIPE – Nordeste, Rodoviários Federais, e Guardas Civis Municipais, se dirigiram até o local, porém os criminosos já tinham fugido.
As vítimas foram orientadas a se dirigirem até a Delegacia de Polícia Civil para a lavratura do Registro da Ocorrência. Quanto aos criminosos, os profissionais de Segurança Pública realizaram buscas pela região, porém até o momento do fechamento desta matéria ninguém tinha sido preso.
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